segunda-feira, 30 de outubro de 2017

MEDIDA PROVISÓRIA É MAIS EFICIENTE PARA MUDAR ORÇAMENTO

José Cruz/Agência Brasil
 
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta segunda-feira (30/10) que o governo irá decidir "o mais rápido possível" e, se possível, ainda nesta data, se irá enviar ao Congresso as ações necessárias para a redução dos gastos em 2018 por meio de Medidas Provisórias (MPs) ou na forma de projetos de lei. O governo precisa propor as medidas para alterar o projeto de Orçamento para o próximo ano que já tramita no legislativo. 


"Eu acredito que Medidas Provisórias sejam mais eficientes e mais rápidas. Iremos decidir a forma de envio dessas propostas o mais 'rápido' possível. Hoje estarei em São Paulo com o presidente Michel Temer e avançaremos no assunto", afirmou, após entrevista de rádio na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em Brasília.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem sido um crítico à edição de um grande volume de MPs pelo governo Temer. Por isso, é provável que a maior parte das ações necessárias ao Orçamento sejam enviadas como projetos de lei. "Se as medidas não forem por MPs, teremos que trabalhar com regimes de urgência para a aprovação dos projetos de lei", completou

CRÍTICO DOS AFORTUNADOS HOJE ESTÁ PRESO POR CORRUPÇÃO

Minervino Junior/CB/D.A Press
 
Nos idos de 1981, o então formando em Administração Geddel Vieira Lima proferiu um discurso que poderia enquadrar e constranger o atual ex-ministro e cacique do PMDB, apontado como líder de organização criminosa e encarcerado na Papuda após a Polícia Federal ter apreendido R$ 51 milhões atribuídos a ele. 

A reportagem leu o único livro escrito por Geddel, Visão Contemporânea da Sociedade. A obra registra a fala do peemedebista no dia de sua colação de grau na Universidade de Brasília (UnB). Orador da turma, Geddel criticou governantes zelosos com a própria fortuna ao discorrer sobre as "tormentas" da "exasperante" crise brasileira na época, última fase da ditadura militar e ano do atentado do Riocentro.

"Quase sempre é a organização política, social e econômica, implantada à revelia da vontade popular, com o desprezo dos mais comezinhos princípios democráticos, ensejadora do surgimento de ditadores que se arvoram em juízes dos destinos do povo, quando na verdade não passam de advogados de grupos e oligarquias, que integram e representam, e zelam pelas suas fortunas, esquecendo-se de cuidar do bem-estar da vida na terra", disse na cerimônia que reuniu também os bacharéis em Ciências Contábeis.

Passados 36 anos, Geddel é acusado de receber propinas milionárias no cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, que ocupou no governo Dilma Rousseff. Está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, suspeito de obstruir a Justiça e ser o guardião do que a Polícia Federal batizou como um "tesouro perdido", a maior apreensão da história Os peritos encontraram fragmentos de digitais de Geddel na fortuna de R$ 51 milhões, ocultada em malas e caixas num apartamento usado pelo ex-ministro em Salvado

domingo, 29 de outubro de 2017

OS CUIDADOS QUE A CÂMARA DE VEREADORES DEVE TER COM A LEI DO ORÇAMENTO ANUAL


Sabemos todos que o Brasil, enfrenta uma crise econômica sem precedentes, o que traz muitas dificuldades para o povo e principalmente para os municípios.
Recebendo apenas dezenove por cento da receita total arrecadada pela União, os municípios do nosso País, têm hoje que arcar com as despesas de Saúde, Educação, Transporte, Segurança, Assistência Social e outras que deveria ser subsidiadas pelo Governo Federal e não o são, apesar dos Deputados e Senadores se vangloriarem de terem aprovado Emendas Parlamentares para construção de creches, escolas, postos de saúde, hospitais etc, sem se preocuparem com o custo de manutenção destas obras que muitas vezes ficam abandonadas por falta de recursos para mantê-las funcionando.
Quem perde com isso é o povo que é mau assistindo em todas as áreas de serviços prestados pelos municípios e os gestores e vereadores, levam a má fama pelo não ou mau funcionamento destes equipamentos adquiridos com  verbas federais, que não se destinam à manutenção destes e sim na propagação das obras realizadas, pouco importando que elas venham ou não funcionar em benefício do povo, o que eles querem é ganhar as eleições.
A Lei do Orçamento Anual dos municípios para vigorar no exercício de 2018, deve ser bem estudada e elaborada  antes de ser votada e aprovada, sob pena de causar sérios prejuízos à população , que pela falta de dinheiro não terá acesso até aos mais básicos serviços de atendimento disponibilizados pelo governo municipal.
Devem os Senhores Vereadores ouvir a população em Audiências Públicas, para saberem onde o povo quer que se invista os parcos recursos do município, aproveitando o máximo da sua aplicação, sem correr o risco de serem interrompidos os serviços de saúde, segurança, educação, transporte e assistência social, já ineficientes e mal prestados à população.
Correm o risco os senhores Edis, se não prestarem a atenção e não estudarem a Lei do Orçamento Anual antes de a aprovarem, de ficarem sem os seus subsídios e terem de receber duodécimos menores, sob a alegação dos Prefeitos de que estão em dificuldades financeiras e não poderão repassar o dinheiro a que tem direito a Câmara de Vereadores como manda a Lei.
Neste ano, já existe Prefeito repassando duodécimo da Câmara em três e até quatro parcelas mensais, subjugando o Poder Legislativo e desrespeitando o princípio da independência e autonomia entre os Poderes.
Saibam os Vereadores honrarem os seus mandatos e trabalharem em benefício da população que os elegeu, aprovando uma Lei Orçamentária justa e que possa atender todas as suas necessidades,  inclusive preservando a independência do Legislativo e a sobrevivência dos seus parlamentares.
Uma Lei do Orçamento Anual mal feita, vai gerar enormes dificuldades no futuro próximo se os Vereadores não buscarem orientação especializada para auxiliá-los na sua apreciação, sob pena de no próximo ano, não terem recursos para pagar NADA das suas obrigações.

Vereador bem informado é Vereador que trabalha pelo seu eleitorado e em benefício do povo do seu município, por tanto cuidado ao aprovarem a Lei do Orçamento, pois  em vocês está de olho a população.

PROTESTOS CONTRA MINISTRO GILMAR MENDES EM SÃO PAULO

Nelson JR./SCO/STF
 
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes foi alvo de um protesto e se recusou a responder perguntas sobre o bate-boca com o ministro Luiz Roberto Barroso durante evento na manhã deste sábado (28/10), em São Paulo.

Na quinta-feira (16/10), Gilmar e Barroso protagonizaram uma refrega no plenário do Supremo. Questionado por jornalistas se pretende se desculpar com o colega, Gilmar se esquivou. "Não tive a oportunidade. Vamos nos ocupar de temas produtivos. Acabei de falar agora sobre mudança de regime (de governo). Não vou emitir juízo sobre isso", disse o ministro.

Embora tenha evitado falar sobre a discussão, Gilmar acabou tendo que dar explicações sobre uma das acusações feitas por Barroso, de que ele "vai mudando a jurisprudência de acordo com o réu". Embora Barroso não tenha feito menção explícita a um caso específico, Gilmar decidiu se explicar sobre as mudanças de posição em relação à prisão de réus condenados em segunda instância.

"Lá atrás eu havia votado pela exigência do trânsito em julgado. Depois, por casos julgados no Supremo como o do ex-senador Luiz Estevam, que recorreu de uma ação por mais de 10 anos disse que tínhamos que mudar aquilo e estabelecer outro critério como o da segunda instância. Foi uma proposta minha e do ministro Teori (Zavaski). Acontece que o que está ocorrendo hoje no Brasil é que muitos casos são de prisão preventiva, portanto o réu já cumpre a pena preso. Isso está gerando um abuso, uma política de encarceramento abusiva. Não tem nada a ver com o réu", explicou

MARKETING POLITICO PRECISA DE CARAS NOVAS



Consequência dos desdobramentos do mensalão e do petrolão, a queda dos dois marqueteiros mais vitoriosos do país levou partidos e candidatos a iniciar uma verdadeira peregrinação em busca de novos nomes para orientar as candidaturas. As prisões de João Santana e Duda Mendonça abriram espaço para novos profissionais e, com as mudanças no sistema eleitoral que limitam os recursos financeiros de quem busca se eleger, a expectativa é pelo fim das campanhas exorbitantes. Especialistas acreditam que para vencer economizando tempo e dinheiro, sai na frente quem souber usar a internet.


É o marqueteiro quem decide a quais compromissos o candidato vai comparecer, com quem ele deve falar e como ele pode abordar determinados assuntos. Trata-se de um dos mais delicados assuntos da República: a construção da imagem. Integrante da equipe do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, o marqueteiro Marcelo Vitorino vai tentar eleger Daniel Vilela como governador de Goiás e Antônio Joaquim para comandar o Mato Grosso, em 2018. “Com a aprovação da reforma política, o dinheiro foi cortado, mas a arrecadação ganhou novos contornos. Agora, o candidato pode comercializar produtos e patrocinar publicações no Facebook”, diz

COM A ECONOMIA EM ALTA TEMER RECLAMA DA BAIXA POPULARIDADE

Beto Barata/PR

"É a economia, estúpido!" A frase que virou "case" de marketing eleitoral nos Estados Unidos na disputa de 1992 soa como um dogma no Brasil, mas parece cada vez mais distante nas sondagens de opinião pública. O diagnóstico foi feito pelo presidente Michel Temer, que, em conversa com aliados, tem se queixado da baixa popularidade.


"Todo mundo diz que quem decide se o governo é bom ou ruim é a economia. Mas o Brasil está criando empregos, as coisas começam a melhorar e eu não ganho nenhum ponto, não mexo uma vírgula nas pesquisas", disse Temer ao deputado Paulo Pereira da Silva (SP), presidente do Solidariedade, um dia antes de a Câmara derrubar a denúncia contra ele por obstrução da Justiça e organização criminosa.

O presidente citou até os títulos de propriedade rural que o governo já entregou, desde meados do ano, ao lembrar que nem assim obteve mais apoio. Continua exibindo um dígito solitário, sempre na casa dos 3%.