terça-feira, 2 de julho de 2013

O POVO ACORDOU E O CAMPEÃO VOLTOU.

 
Uma das pouca coisas que une os brasileiros e faz despertar o amor cívico e o orgulho de pertencer a esta grande Nação, é o futebol.
A torcida deu demonstração a todo instante, que o povo unido pode motivar atletas, governantes e até os políticos em geral.
As movimentações de rua, que geraram vários protestos nas grandes cidades brasileiras, reivindicando mais cultura, educação, saúde , segurança e transporte de qualidade, contaminou toda a sociedade , que aprendeu a reivindicar e não pode mais parar com os protestos, até ser plenamente atendida..
Na ditadura militar, o povo era enganado com pão e circo, fingindo-se que a economia ia bem.e o tri campeonato mundial de futebol conquistado pela seleção brasileira, inspirava os dirigentes nacionais a induzir o povo ao ufanismo, aproveitando a conquista futebolística para numa verdadeira demonstração de que o povo precisava apenas de alimento e diversão, criar o mote para o país, recomendando aos insatisfeitos que AME-O OU DEIXE-O , numa exaltação de soberba e autoritarismo.
Graças a Deus, o país evoluiu, a mídia  libertou-se e as redes sociais estão ai para mostrar  ao mundo as vísceras podres dos governantes que não atendem os anseios da população, o que resulta em manifestações pacíficas, porém levando os radicais ao vandalismo., com consequências imprevisíveis.
Com a conquista da Copa das Confederações, acham os nossos governantes, que o povo está feliz e não mais vai ás ruas para protestar contra os maus governantes.
Ledo engano, a população já sabe separar o joio do trigo, não confundindo esporte com governança, exaltando os nossos atletas e continuando a pichar os governantes que ante não davam ouvidos ás necessidades populares.
Quando o povo se une , o brado e grito retumbante se faz ouvir por todos e os políticos devem tomar cuidado, pois  não se vai  parar de protestar, pois quer ver os seus governantes como administradores eficientes, como os atletas brasileiros que despertaram o orgulho de ser brasileiro, devendo os áulicos da política espelharem-se em nossos craques e lutarem com garra para bem servir ao país, atendendo os apelos do povo, que satisfeito irá também proclamar aos políticos que, o campeão voltou.
É isso que a nação espera dos governantes brasileiros.

BRASILEIROS QUEREM PRISÃO IMEDIATA DOS MENSALEIROS.

Pesquisa do Datafolha apontou que 74% dos brasileiros querem que os réus condenados no processo do mensalãosejam presos imediatamente.
Até mesmo entre os entrevistados que disseram ter o PT como partido de preferência o percentual de respostas favoráveis à imediata execução das penas aplicadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) foi alto --coincidiu com o índice geral da pesquisa de 74%.
O julgamento do mensalão foi concluído em dezembro passado e os réus apresentaram recursos contra as condenações. Cabe agora ao relator do caso, o ministro Joaquim Barbosa, marcar a data para o início da análise das apelações pelo plenário do STF.
Segundo o entendimento dos ministros da corte, as prisões dos condenados só poderão ocorrer depois que se esgotarem as possibilidades de apresentação de recursos, o que na linguagem jurídica recebe o nome de "trânsito em julgado".
O levantamento feito pelo Datafolha nos dias 27 e 28 de junho apontou que para 14% dos entrevistados pode ter havido injustiça no caso e os réus merecem um novo julgamento. O índice de pessoas que não souberam responder à questão do instituto de pesquisa sobre a situação dos réus foi de 12%.
As maiores taxas de manifestações favoráveis à prisão imediata dos condenados foram apuradas entre os entrevistados que declararam preferir o PV (83%), o PSDB (77%), o PT (74%) e o PMDB (74%).
Entre aqueles que disseram considerar que os réus merecem um novo julgamento, destacaram-se os entrevistados que afirmaram ter como partidos de preferência o PTB (29%), o PSB (24%), o PMDB (19%) e o PT (18%).
O Datafolha realizou 4.717 entrevistas em 196 municípios. A margem de erro máxima da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


CONGRESSO RECEBE HOJE PROPOSTA DE PLEBISCITO.


O Palácio do Planalto enviará ao Congresso Nacional nesta terça-feira a proposta para a convocação de um plebiscito destinado a promover uma reforma política no país. A informação foi dada pela própria presidente Dilma Rousseff, em entrevista na Granja do Torto, em Brasília, no intervalo da reunião ministerial. Ela não quis detalhar os pontos que pretende incluir na consulta popular, mas deixou escapar que dois sonhos antigos do PT balizarão a proposta: o financiamento público de campanha e o modelo de voto para deputados e vereadores - distrital, distrital misto, "distritão", voto em lista fechada.
“Amanhã enviamos a nossa sugestão à Câmara e ao Senado de um plebiscito apontando, em linhas gerais, as balizas que julgamos que são as mais importantes. Isso não significa que outras balizas, outros nortes, não poderão aparecer. Nós também entregamos para apresidente do TSE [ministra Cármen Lúcia] uma consulta sobre os prazos e procedimentos. Ela [Cármen Lúcia] não respondeu hoje e responderá, ao que tudo indica, amanhã”, disse. Na sequência, questionada sobre o conteúdo da proposta que remeterá ao Legislativo, respondeu: “Uma consulta sobre reforma política não pode ser exaustiva, com muitas questões, fica muito difícil fazer a consulta. Basicamente, diz respeito ao financiamento das campanhas e ao padrão eleitoral ou, melhor dizendo, ao padrão de voto vigente, se é proporcional, distrital, misto”, completou.

Sobre as manifestações ocorridas no Brasil, Dilma disse que as reivindicações são legítimas, mas que é preciso dissociar os protestos de outros ocorridos pelo mundo. "A primavera árabe também não é o nosso caso", afirmou.

2014 - Dilma também afirmou que, embora não possa influir no calendário, gostaria que eventuais mudanças no sistema eleitoral já entrassem em vigor no pleito de 2014, quando ela tentará a reeleição. "Do nosso ponto de vista, seria de todo oportuno [entrar em vigos nas próximas eleições], mas não temos como definir isso. Depende do prazo que der o TSE", disse.

No Congresso, o PT já articula uma proposta na qual financiadores de campanha - pessoas físicas ou jurídicas - poderiam fazer doações para um fundo, sem escolher destinatários. Depois, o bolo de recursos seria repartido segundo a votação que os partidos obtivessem na eleição anterior. Ou seja: se valesse para as eleições de 2014, por exemplo, a medida beneficiaria diretamente o PT, que elegeu a maior bancada de deputados em 2010.
Na breve entrevista, Dilma voltou a defender a realização do plebiscito. "A proposta tem o sentido de transferir para a população o direito de ser consultada", disse. "É também fundamental perceber que é preciso de uma transformação para melhorar a representação do país (...) Nós consideramos como melhor o plebiscito porque achamos que é importante que haja esse protagonismo da população e esse respeito às reivindicações."
Aprovação - A presidente também evitou fazer comentários aprofundados sobre a queda de 27 pontos percentuais na sua aprovação, revelada por pesquisa do Datafolha no fim de semana. "Eu nunca comentei pesquisa nem em cima nem embaixo. Eu recebo pesquisa pelo valor de face. Ela é um retrato do momento e a gente tem que respeitar", disse a presidente, que se reuniu no sábado e no domingo com integrantes de sua equipe ministerial para avaliar o impacto da queda na popularidade.

Ciente de que sua aprovação caiu principalmente nas grandes cidades, Dilma dedicou um trecho de seu pronunciamento às "questões urbanas" e enfatizou o tema do transporte público. Mas não fez anúncios concretos nesta área.

Dilma afirmou que, apesar de o cenário econômico exigir ajustes, não vai fazer cortes na área social: "A população mais pobre desse país pode ter certeza: o meu governo jamais negociará qualquer redução de gastos sociais", disse ela, descartando também um corte no numero de cargos comissionados. "Eu não farei demagogia de cortar cargos que eu não ocupo", afirmou, aparentemente em uma referência ao loteamento de cargos entre partidos aliados.

A presidente negou que pretenda fazer mudanças na equipe econômica e comentou os problemas com a elevação do dólar: “Nós não queremos impedir tal ou qual tendência, porque isso é uma flutuação de forças internacionais. O que nós queremos é reduzir, no Brasil a volatilidade e, portanto, os efeitos sobre a economia”, disse..

PSOL PROPÕE REVOGAÇÃO POPULAR DE MANDATOS.

Líder do PSOL propõe a Dilma 'revogação popular de mandato'
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) defendeu, nesta segunda-feira (1º), no encontro com a presidente Dilma Rousseff (PT), que a população possa revogar os mandatos de políticos eleitos. O parlamentar, líder e único integrante do PSOL no Senado, se reuniu com a líder nacional no Palácio do Planalto para tratar das manifestações populares que ocorrem pelo país. Segundo Rodrigues, a "revogação popular de mandatos" se daria por consulta à população, que poderia decidir pela permanência ou não no cargo de algum ocupante de mandato eletivo. Segundo o senador, Dilma “não manifestou convergência” com a ideia. Ainda dentro do tema reforma política, o pessolista disse que, na reunião, defendeu também o fim das doações privadas para campanhas eleitorais e a instituição do financiamento exclusivamente público. “Em relação à reforma política, temos acordo em relação à reforma política e fim do financiamento privado de campanha”, disse. O senador afirmou que também defendeu o fim do foro privilegiado, mas disse não ter ouvido resposta da mandatária brasileira sobre o assunto.  Randolfe disse também que defendeu a gratuidade do transporte público, bandeira do “Movimento Passe Livre”, que deflagrou a onda de manifestações pelo país no mês de junho. Para o senador, a tarifa zero é uma proposta “possível”. De acordo com Randolfe, a presidente afirmou que chamaria o autor da proposta para debater o assunto no grupo de trabalho que será criado com finalidade de encontrar soluções para o transporte público

PAPA FRANCISCO PUBLICA ENCÍCLICA EM JULHO.

O Papa Francisco em foto deste domingo (30)
Foto: Alberto Pizzoli/AFP
A primeira encíclica do Papa Francisco, intitulada Lumen fidei (A luz da fé), será publicada no dia 5 de julho de 2013, menos de quatro meses após sua eleição, anunciou o Vaticano nesta segunda-feira (1º).
Este é um texto escrito a "quatro mãos", nas palavras do Papa Francisco, iniciado por seu antecessor, o Papa Emérito Bento XVI.
Durante uma reunião com membros do Sínodo dos Bispos, em 13 de junho, o Papa declarou que trabalhava na encíclica sobre a fé preparada por seu antecessor.
"Este é um documento forte", disse ele, ao falar de uma "encíclica a quatro mãos" escrita na base do "grande trabalho" deixado por Bento XVI.
A encíclica publicada no Ano da Fé deve complementar as outras consagradas às virtudes teologais escritas por Bento XVI: as da caridade - Deus Caritas em 2005, Caritas in Veritate em 2009 - e uma dedicada à esperança cristã Spe Salvi, em 2007.
Quando a renúncia de Bento XVI foi anunciada em fevereiro, ele já havia quase concluído a elaboração do projeto da encíclica sobre a fé.
Por sua vez, o Papa Francisco pretende publicar no futuro uma encíclica mais pessoal sobre a pobreza, revelou em maio o bispo italiano Luigi Martella.
As encíclicas ("circulares") destinam-se a bispos e, por meio deles, a todos os católicos. São textos educativos sobre temas específicos, que não alteram o valor dos dogmas da Igreja.
Algumas marcaram particularmente a história, como a "Rerum Novarum" (1891), na qual Leão XIII engajou a Igreja Católica na "questão social", denunciando as condições de vida para a classe trabalhadora e encorajando os trabalhadores a se organizarem em associações, e "Humanae Vitae" (1968), em que Paulo VI denunciou contracepção

DILMA LIBERA 5O BI PARA TRANSPORTE DAS CAPITAIS


As seis maiores capitais brasileiras já estão prontas para receber o repasse federal de R$ 50 bilhões que a presidente Dilma Rousseff anunciou na última segunda-feira (24) para ajudar as cidades brasileiras a reestruturar o transporte público.
São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte já se adaptaram à lei federal 12.587, aprovada no ano passado. De acordo com ela, as cidades com mais de 20 mil habitantes terão até 2015 para apresentar um Plano Municipal de Mobilidade ou não receberão um centavo da União a partir dessa data. Apenas Salvador, a terceira capital mais populosa, está sem projeto, mas o Ministério das Cidades vai aceitar uma adaptação de seu plano de mobilidade para a Copa do Mundo.
A informação é do próprio ministério, que colheu as informações a pedido do iG . A pasta não tabulou, no entanto, o número total de cidades que já entregou seu plano. Especialistas acreditam que os municípios retardatários correm o risco de desperdiçar a verba recém-liberada em obras que depois precisarão ser refeitas quando o Plano de Mobilidade finalmente sair do papel. 
“As prioridades no transporte público variam de acordo com a cidade. A única necessidade em comum é o Plano de Mobilidade, fundamental para que as obras ocorram de acordo com o perfil e prioridades de cada município”, diz Ailton Brasiliense Pires, presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).
Para evitar o uso indevido da verba, o gerente de política pública do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, Pedro Torres, acredita que as cidades deveriam evitar grandes construções e priorizar a qualificação do que já existe.
“No curto prazo, é recomendável melhorar o que já existe”, diz ele ao lembrar que a falta de qualidade dos serviços foi uma das bandeiras levantadas pelo Movimento Passe Livre (MPL), que levou milhares de pessoas às ruas de todo o País. “Há um descompasso entre o preço da passagem e a qualidade do serviço. É melhor usar o dinheiro para melhorar a frota, fazer pequenas reformas em terminais e corredores e investir na pontualidade.”
“Não basta implantar um novo sistema sem que exista um projeto integrado com o desenvolvimento da cidade”, concorda o professor de pós-graduação em Transporte na Universidade de Brasília (UnB), Paulo César Marques. “A lei federal deve ser o critério para a aplicação dos recursos. Dinheiro usado sem planejamento pode deixar de atender quem precisa urgentementede transporte. Sem esse estudo, não dá pra saber onde precisa de mais metrô, por exemplo.“
Depois que todo o sistema estiver melhor estruturado e o Plano Municipal aprovado, será hora de investir em grandes obras - o que as seis capitais mais populosas já podem fazer. “Aí será hora dos investimentos de médio e longo prazo”, concorda o presidente da ANTP.
O professor da UnB aponta as vantagens do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). “É o bonde moderno. Além de poluir menos, não exige uma grande estrutura, como o metrô.” Ele espera que a opção pelos trilhos ganhe força. “Ele não atende apenas a demanda, mas induz desenvolvimento do município.”
Os especialistas concordam que cravar algumas soluções para todas as cidades é ilusório. “Esses Planos Municipais exigem a participação popular em sua elaboração. Também por isso ele é indispensável”, diz Marques