quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

A ESPERANÇA DE UM BRASIL MELHOR.

Novo ano se inicia e um novo governo assume o comando do país.
No coração de todos os brasileiros brilha a chama da esperança por dias melhores.
 A economia dá sinais de recuperação, os novos mandatários, prometem mais recursos para saúde, segurança, educação, moradia, infraestrutura e erradicação da pobreza absoluta.
Nossos parlamentares, devem ter consciência de que o país precisa de reformas para avançar.
Reforma da Previdência para acabar com os privilégios de poucos em detrimento de muitos.
Reforma Tributárias, para estimular o empreendedorismo  e libertar o povo e os empresários da brutal carga tributária que assola a nação.
Reforma política para assegurar uma verdadeira representação popular e acabar com as castas que governam a décadas este pobre rico país,
Reforma da legislação penal, para dar condições ao Ministério Público, à Polícia Federal e ao Judiciário para combater o mal maior da nossa administração que é a corrupção.
Implementadas as reformas básicas de que o Brasil precisa, temos certeza que a vida do  povo irá melhorar como nunca antes neste país.
Com a colaboração dos Poderes constituídos, Legislativo, Executivo, Judiciário e Ministério Público, com o fim dos privilégios de que gozam quase todos os que ocupam cargos nos poderes, temos certeza de que um futuro melhor nos aguarda, e só nos resta esperar que nossos governantes assuma o comando pensando no Brasil acima de tudo e Deus acima de todos para a felicidade geral da Nação.

DEPUTADOS RECEBEM QUASE 8 MILHÕES PARA DESPESAS MÉDICAS.

Aproximadamente 200 deputados receberam, da Câmara dos Deputados, ressarcimento de despesas médicas com hospitais e clínicas particulares em 2018. O valor desembolsado foi R$ 7,9 milhões.
A planilha de reembolso, obtida pela Coluna do Estadão por meio da Lei de Acesso à Informação, cita o caso do deputado federal Sabino Castelo Branco, o PTB-AM, que ganhou R$ 3,2 milhões; praticamente o mesmo valor que o município de Candeias, em Minas Gerais, recebeu, do Fundo Nacional de Saúde, para custeio.
Ainda segundo a Coluna, além de Castelo Branco, com R$ 3, 2 mi, mais três deputados foram ressarcidos, totalizando o valor de R$ 5,3 milhões. O deputado do PTB obteve a maior quantia, seguido de Caio Nárcio, PSDB, com R$ 1,5 milhão, Nelson Meurer, PP, R$ 322,2 mil e Bonifácio Andrada, PSDB, R$ 226,5 mil.
Os deputados têm direito a um departamento com 70 médicos de 17 especialidades diferentes, oferecidos pela Câmara, mas isso não é um impeditivo para o uso de clínicas particulares.
Atualmente, não há limite para o valo do reembolso, mas a autorização precisa passar pela Mesa Diretora. Em 2013, a Casa facilitou o processo de reembolso ao decidir que despesas médicas até R$ 50 mil só precisariam da autorização de seu vice-presidente. Acima disso, pela Mesa Diretora, que tem sete deputados.
Com exceção do deputado Nelson Meures, que afirmou à Coluna ter ficado internado no Hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo para colocar um marca-passo, os outros três citados na planilha não se manifestaram.

SÉRGIO MORO DEFENDE PROJETO ANTICRIME.


Na cerimônia de transmissão de cargo para ministro da Justiça, Sérgio Moroafirmou nesta quarta-feira (2) que "somente elevar penas" não resolve o problema da criminalidade no Brasil e que irá enviar um projeto de lei (PL) anticrime para o Congresso Nacional.
"Não haverá a estratégia de somente elevar penas", disse o magistrado. "Pretendemos enfrentar pontos de estrangulamento da legislação penal e de execução penal", completou.
De acordo com Moro, a proposta inclui permitir operações de policiais disfarçados para combater o crime, limitar a progressão de regime para membros de organizações criminosas e fortalecer o tribunal do júri com execução imediata dos resultados condenatórios, conforme decidiu a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal).
Outro ponto do PL será deixar clara a prisão após condenação em segunda instância, também já decidida pelo STF. "Processo sem fim é Justiça nenhuma", disse Moro.
O novo ministro também disse pretender elaborar outros projetos de lei para evitar corrupção e outros crimes. As propostas serão debatidas com o Ministério Público, a Ordem dos Advogados Brasileiros (OAB), órgãos policiais e integrantes da sociedade civil organizada, como a Transparência Internacional.
Moro destacou que suas três prioridades serão o combate à corrupção, ao crime organizado e a redução de delitos violentos, como homicídios, estupros e roubos. O juiz afirmou que, apesar dos avanços da Operação Lava Jato, a percepção sobre crimes de colarinho branco no Brasil ainda é alta e disse que os mais vulneráveis são os que mais sofrem com desvios de recursos públicos.
 Todo brasileiro de qualquer renda tem o direito de viver sem medo da violência nos níveis epidêmicos atualmente existentes.Sérgio Moro, ministro da Justiça
No início do discurso, o magistrado saudou o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e afirmou que o tribunal é uma "pedra fundamental do Estado de Direito

TEMER NÃO ASSINOU O INDULTO DE NATAL.


Às vésperas de encerrar seu mandato, o presidente Michel Temer informou a auxiliares ter desistido de assinar o indulto de Natal de 2018. Após idas e vindas sobre a decisão, Temer julgou melhor não tomar nenhuma iniciativa diante do fato de o Supremo Tribunal Federal (STF) não ter o concluído o julgamento da suspensão do indulto de 2017.
A suspensão ocorreu após pedidos de vista dos ministros Dias Toffoli e Luiz Fux, com um placar de 6 a 2 a favor da validade do decreto de indulto natalino editado pelo presidente Michel Temer no ano passado. Com o adiamento, continua valendo a liminar proferida pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso, que suspendeu parte do texto do decreto.
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, chegou a anunciar na última quinta-feira (27), durante café da manhã com jornalistas, que Temer assinaria o decreto até sexta-feira (28), mas isso não ocorreu. Na prática, o presidente só teria esta segunda-feira (31) para tomar a medida, defendida pela Defensoria Pública da União (DPU).
Esta será a primeira vez em 30 anos que a Presidência da República não emitirá um decreto em favor de apenados por crimes não violentos que já cumpriram parte da pena.
Ao falar sobre o caso, Marun criticou o fato de o indulto de 2017 ter sido sobrestado e modificado pelo ministro do STF, Luis Roberto Barroso. "Quem sou eu para dizer que o STF errou", disse Marun. "Penso que o erro foi de um ministro do STF, já que é claro na Constituição que a prerrogativa de decretar um indulto é do presidente da República.

FHC E DILMA NÃO FORAM À ´POSSE DE BOLSONARO.

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chegou a trocar farpas com Bolsonaro no Twitter.
Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) não foram à posse de Jair Bolsonaro nesta terça (1º).
De acordo com o jornal O Globo, além deles, apenas dois ex-presidentes vivos foram convidados: Fernando Collor (PTC-AL) e José Sarney (MDB).
Segundo o cerimonial do Ministério das Relações Exteriores, Luiz Inácio Lula da Silva(PT) não entrou na lista por estar preso.
A ausência de Dilma Rousseff era esperada. O novo presidente é um crítico ferrenho ao PT e votou a favor do impeachment da petista. Nenhum integrante do PT compareceu à cerimônia.
No caso de Fernando Henrique Cardoso, a questão, entretanto, é individual. Alguns integrantes do PSDB, como o novo governador de São Paulo, João Doria, declaram apoio ao novo presidente. Fernando Henrique, porém, já chegou a trocar farpas com Bolsonaro no Twitter.
Segundo a revista Exame, FHC disse, em uma entrevista a uma TV portuguesa, que o novo governo terá um impacto negativo em outros países.
Collor entrou na sala do Congresso às 13h sem falar com a imprensa.
Fernando Collorfoi o primeiro político a chegar à posse de Jair Bolsonaro, nesta terça (1º). Collor entrou na sala do Congresso às 13h sem falar com a imprensa. Pouco depois foi a vez de Sarney, que também evitou contato com os jornalistas que participam da cobertura o evento

JOÃO DE DEUS É INTERNADO COM PROBLEMAS DE SAÚDE.

- O médium João Teixeira de Faria, 77, o João de Deus, passou mal nesta quarta-feira (2) no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital, onde está preso preventivamente por suspeita de praticar crimes sexuais. Ele foi encaminhado pela equipe do presídio para se submeter a exames de urgência em um hospital público após sentir fortes dores no estômago e tonturas e ter sangramento no pênis e nas fezes.
Na última sexta-feira (28), João de Deus foi denunciado sob a acusação de dois crimes de violação sexual mediante fraude e dois estupros de vulneráveis. Os crimes teriam ocorrido durante atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, próximo ao Distrito Federal.
O médico João Paulo Resende, a gerente de assistência biopsicossocial da Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (Seap), Daniella Santos Cruvinel da Cruz, e o diretor do Núcleo de Custódia, Brunno Morais, assinaram a requisição de permissão para a saída médica.
O médium faz tratamento de cardiologia com cinco stents instalados no coração e tem apenas 40% do estômago em funcionamento, já que a maior parte do órgão foi retirada por causa de um câncer que o acometeu.
Um dos advogados de João de Deus em Goiânia, Alex Neder disse que o médium começou a passar mal ainda na manhã desta quarta. "A situação dele, antes da prisão, já era diferenciada e preocupante. Com a prisão, a saúde dele se agravou", disse.
De acordo com o advogado, o sistema prisional não tem infraestrutura adequada para atendimento em saúde. Segundo ele, o quadro de João de Deus é delicado porque o médium "não pode comer qualquer coisa".
"João de Deus está muito abalado e disse que ficou preocupado quando começou a passar mal. Os médicos dele são de São Paulo. Ele tem medo de ter hemorragia ou outro problema e não ser operado urgentemente pelos médicos dele, em quem ele confia", afirmou Nede