Integrantes do Ministério Público Federal têm resistido a enviar dados Pixuleco II para seus colegas da PF em São Paulo.
O caso, que foi desmembrado da Lava Jato pelo STF, investiga um esquema que pode ter rendido propinas na casa dos 40 milhões de reais em negócios relacionados a contratos de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento.
O receio dos procuradores é que as investigações na PF paulista sejam tocadas por policiais simpáticos ao PT
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