domingo, 26 de abril de 2020

O HERÓI E O MITO.




Herói é o termo atribuído ao ser humano que executa ações excepcionais, com coragem e bravura, com o intuito de solucionar situações críticas, tendo como base princípios morais e éticos.
Além de bravura e coragem, um ato é reconhecido como genuinamente heroico quando a pessoa desempenha ou toma determinada atitude de modo altruísta, ou seja, sem motivos egoístas ou que envolvam o seu ser, mas apenas o bem-estar ou segurança de terceiro.
Este é o conceito que o Brasil e o Mundo têm do ex-Juiz e Ministro Sérgio Moro, pela sua atuação na Operação Lava Jato, levando ao cárcere as mais altas figuras do país envolvidas em corrupção ao surrupiar o dinheiro do povo, fatos inimagináveis e inéditos da história sócio-política deste país.
Um mito de caráter simbólico-imagético, ou seja, o mito não é uma realidade independente, mas evolui com as condições históricas e étnicas relacionadas a uma dada cultura, que procura explicar e demonstrar, por meio da ação e do modo de ser das personagens, a origem das coisas.
  Sendo dessa maneira, é correto dizer que o mito depende de um tempo e espaço para existir e para ser compreendido.
Jair Bolsonaro transformou-se em mito para a maioria da população brasileira, por que como político encarnou os antigos hábitos conservadores da sociedade, da moral, bons costumes e a valorização da família e amor à Pátria, valores há muito esquecidos pela classe política nacional.
O primeiro ganhou notoriedade mundial pela sua coragem ética, moral e rigidez na aplicação da lei sobre quem quer que tenha infringido a legislação do Brasil.
Agora a sociedade civil conservadora vive um dilema: o herói foi descartado pelo mito por razões políticas e o povo perdeu o ícone do governo que encarnava a ética, a moral e os bons costumes, pilar maior da campanha do Mito e que o fez ganhar as eleições e chegar a Presidência da República.
Será que o Mito resistirá à ausência do Herói?
Será que o Herói será substituído por alguém da sua envergadura moral e ética?
Dizem os filósofos que O tempo é o Senhor da Razão!
Esperemos que o País não perca o seu rumo moralizante e sobreviva às tentações políticas da corrupção.
Deus nos livre do toma lá dá cá da velha politica brasileira; isto mataria a esperança de milhões de brasileiros que acreditaram no Mito e no Herói como nossa única esperança de salvarmos esta pátria chamada Brasil.

quarta-feira, 25 de março de 2020



O CORONAVÍRUS E O ADIAMENTO DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS.

Muito têm se  comentado sobre o adiamento das eleições municipais de 2020, em consequência da pandemia do Covid-19 e a situação de calamidade que existe no país.
Recentemente o Tribunal Superior Eleitoral se pronunciou declarando-se incompetente para proceder este adiamento e por consequência a prorrogação dos mandatos dos atuais Prefeitos,, Vices e Vereadores,, atribuindo esta situação jurídica como competência exclusiva do Congresso Nacional.
Após o Senador Major Olímpio apresentar no Senado Federal uma Proposta de Emenda Constitucional para o adiamento das eleições em consequência da pandemia, alguns juristas estão se pronunciando contra, dizendo não caber ao Congresso através de PEC adiar as eleições municipais por motivo de calamidade pública.

Esquecem os doutores que na história politica brasileira existem precedentes como aconteceu em 1976 e 1982 quando os mandatos de Prefeitos e Vereadores foram prorrogados por força da EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 14, DE 1980, cuja ementa assim dispunha:“Altera o Título das Disposições Gerais e Transitórias, estendendo os mandatos dos atuais Prefeitos, Vice-Prefeitos, Vereadores e Suplentes até 1983, imprimindo nova redação ao artigo 209.”

As vedações à proposição de Emendas Constitucionais no Ordenamento Jurídico brasileiro, se restringem aos incisos I, II, III e IV do artigo 60 da Constituição Federal, não havendo ao nosso entender , “data máxima vênia” qualquer impedimento legal e constitucional, que impeça o Congresso Nacional através de PEC, alterar a data das eleições municipais em decorrência do Coronavírus, prorrogando os atuais mandados de Prefeitos, Vices e Vereadores.

Cabe ao Congresso Nacional analisar com profundidade a situação econômica e social do País, para tomar esta decisão.

Se for o melhor para a nação que sejam adiadas as eleições em benefício da paz social e da recuperação econômica.

O Povo não pode se apegar a filigranas jurídicas em prejuízo do seu bem estar,, afinal todo poder emana do povo e em seu nome será exercido

“Dura Lex, Sed Lex”


terça-feira, 3 de março de 2020

CIRO GOMES E SERGIO MORO BATEM BOCA NAS REDES SOCIAIS.

Ministro da Justiça, Sergio Moro, e ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, durante coletiva no Ceará
BRASÍLIA - O fim da paralisação dos policiais militares no Ceará provocou bate-boca nas redes sociais entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o ex-deputado e ex-governador do Ceará Ciro Gomes. Moro escreveu que a crise na segurança no estado foi resolvida "apesar dos Gomes". A postagem do ministro também ganhou reforço do presidente Jair Bolsonaro, que abriu o tuíte com a frase 'Não somos psiquiatras!'.
Na noite de domingo, Moro havia celebrado o fim do motim dos PMs do estado, ressaltando a atuação do governo federal no estado. "Recebo com satisfação a notícia sobre o fim da greve dos policiais no Ceará. O Gov Federal esteve presente, desde o início, e fez tudo o que era possível dentro dos limites legais e do respeito à autonomia do Estado. Prevaleceu o bom senso, sem radicalismos. Parabéns a todos", escreveu o ministro.
Em resposta à publicação do ministro, Ciro Gomes, que é do Ceará e foi derrotado nas eleições presidenciais em 2018, atacou: "Aprende, Bolsonaro e seu capanga Moro: no Ceará está o seu pior pesadelo! Generais, aqui manda a Lei!"
Nesta segunda-feira, pela manhã, veio o contra-ataque do ministro: "A crise no Ceará só foi resolvida pela ação do Governo Federal, Forças Armadas e Força Nacional que protegeram a população e garantiram a segurança. Explorar politicamente o episódio, ofender policiais ou atacá-los fisicamente só atrapalharam. Apesar dos Gomes,a crise foi resolvida", escreveu, acrescentando: "Aliás, em janeiro de 2019, o Governo Federal, desta vez pela Força Nacional, força de intervenção penitenciária, PF e PRF, já havia atuado no Estado do Ceará para, junto com as forças locais, debelar os atentados dos grupos criminosos organizados. O Governo Federal não falta ao Ceará". Moro evitou criticar a atuação dos PMs cearenses durante a crise.
Bolsonaro também usou as redes para defender seu ministro. " Não somos psiquiatras! Parabenizo o Ministro Moro e envolvidos!", escreveu Bolsonaro

REAJUSTE DE SERVIDORES NÃO É BOM PARA MINAS GERAIS.

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 17.10.2018: O governador de São Paulo, João Doria (PSDB). (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)
BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), chamou de inviável e inoportuna a decisão de Romeu Zema (Novo), chefe do Executivo mineiro, de propor reajuste de 41,7% para servidores da segurança pública em Minas Gerais e disse que ela deve ser revista.
A proposta do Executivo passou pela Assembleia Legislativa mineira em fevereiro, e aguarda a sanção do governador -o prazo para assinatura termina em 17 de março.
Além do reajuste proposto pelo próprio governo, o Legislativo aprovou uma emenda que estende os valores a outras 13 categorias do funcionalismo público. Somados os valores, o impacto aos cofres públicos pode chegar a R$ 29 bilhões nos próximos três anos.
"Ela não é boa para Minas Gerais. Minas não tem condição fiscal para isso. Não quero interferir nos temas de Minas, mas a minha percepção é que não é boa, porque é inviável. Um estado que já tem problemas fiscais não pode conceder um aumento desses, por mais legítimo, por mais necessário e justo que seja", afirmou o governador paulista

CARLOS BOLSONARO TENTOU MONTAR ABIN PARALELA.

PA Rio de Janeiro (RJ) 03/07/2019 - Entrevista com Gustavo Bebianno na casa do empresário Paulo Marinho no Jardim Botânico. Foto Alexandre Cassiano
SÃO PAULO - O ex-secretário geral da Presidência, Gustavo Bebianno, afirmou nesta segunda-feira que um delegado da Polícia Federal participou da tentativa de montagem de uma Agência Brasileira de Inteligência (Abin) paralela, por iniciativa do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Questionado se o delegado seria o atual diretor da Abin, Alexandre Ramagem, Bebianno preferiu não responder.
- Eu lembro o nome do delegado. Mas não vou revelar por uma questão institucional e pessoal - afirmou o ex-ministro, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, exibido ao vivo nesta noite.
Bebianno disse que o episódio aconteceu nos primeiros meses do governo, quando Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) apareceu com os nomes de um delegado federal e de três agentes que fariam parte de uma suposta Abin paralela. Segundo Bebianno, ele e o então ex-ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz, demitido meses depois, desaconselharam o presidente, sob o argumento de que a medida poderia motivar impeachment.
Bebianno ainda acusou Carlos Bolsonaro de comandar um "gabinete de ódio" no Planalto, onde, segundo o ex-ministro, são fabricadas notícias falsas.
- Eu disse ao presidente que as notícias falsas não podiam estar dentro do Planalto porque poderiam dar em impeachment. Mas a pressão que o Carlos faz é tão grande que o pai não consegue se contrapor ao filho. É como aquela criança que quer um presente no shopping, esperneia e o pai não tem pulso para dizer não - contou Bebianno

LULA RECEBE TÍTULO HONORÁRIO EM PARIS.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (D) posa para foto após receber a cidadania honorária de Paris das mãos da prefeita da capital francesa, Anne Hidalgo, em 2 de março de 2020
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o título de cidadão honorário da cidade de Paris, nesta segunda-feira (2), em um ato em que ele disse estar disposto a lutar para "reconquistar" a democracia no Brasil.
"Estou mais motivado do que nunca para reconquistar a democracia de nosso país", afirmou Lula em seu discurso de agradecimento ao receber a homenagem da prefeita da cidade, a socialista Anne Hidalgo.
O ex-presidente de 74 anos, que aguarda em liberdade um recurso contra uma condenação por corrupção, explicou a situação que, segundo ele, seu país está passando desde a posse de Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019.
"O que está acontecendo no Brasil é o resultado de um processo de enfraquecimento do processo democrático, estimulado pela ganância de poucos e por um desprezo mesquinho pelos direitos do povo", afirmou.
Lula queria compartilhar a distinção com a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-candidato à presidência do Partido dos Trabalhadores (PT) em 2018, Fernando Haddad, presente na cerimônia.
Ele também acrescentou que deseja dividir a homenagem com "mulheres e homens que defendem a democracia e os direitos, com brasileiros e brasileiros que lutam por um mundo melhor".
O título de cidadão honorário de Paris é concedido a pessoas cuja trajetória é marcada pela defensa dos direitos humanos. É uma distinção para "ajudá-los em sua luta", declarou Hidalgo

GOVERNO FAZ ACORDO PARA MANTER VETO NO CONGRESSO.

Sessão do Congresso para apreciação dos vetos está convocada para 14h desta terça-feira (3).
O governo tenta adiar a sessão do Congresso marcada para esta terça-feira (3), em que deputados e senadores devem analisar os vetos presidenciais ao Orçamento de 2020. O temor é que, no meio da crise institucional que se escalonou nas últimas semanas, em especial, nos últimos dias, os parlamentares derrubem os trechos vetados por Jair Bolsonaro e fiquem com o gerenciamento de cerca de R$ 30 bilhões do caixa da União. 
Para a equipe econômica, este cenário coloca o governo em péssimos lençóis e pode travar a máquina pública. Se estabeleceu, então, uma verdadeira corrida em Brasília na tentativa de fechar um acordo com um Congresso de ânimos acirrados. 
Foram escalados os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Paulo Guedes (Economia) para buscar as lideranças da Câmara e, em especial, do Senado com planilhas, números, termos técnicos, balanços e uma infinidade de propostas com a finalidade de tentar um ajuste. 
O maior de todos os argumentos, porém, contradiz o discurso oficial do governo sobre a “política tradicional”. Com uma lista de cargos no segundo e terceiro escalões com potencial de alocar ou em que já estão afilhados políticos de congressistas, Ramos cobra fidelidade ou barganha apoio. Quem topa ir com o governo - e cumpre - garante a continuidade do apadrinhado. A depender do preço negociado, ainda consegue emplacar mais alguém. 

FHC PEDE PACIÊNCIA COM BOLSONARO.

Entrevista com o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso
BRASÍLIA — O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ser difícil de controlar impulsos no cargo de presidente da República, mas defendeu o respeito entre os Poderes e às instituições. Ele comentou, nesta segunda-feira, o vídeo divulgado pelo presidente Jair Bolsonaro em uma rede social, na semana passada, com chamado para uma manifestação com críticas ao Congresso Nacional. E disse ser necessário ter “paciência histórica” com Bolsonaro.
— Eu fui presidente. Eu sei dos impulsos que você tem na Presidência. Você se irrita, muitas vezes, é difícil se autocontrolar. Acho que todo presidente apela ao povo. Pode apelar, falar com o povo, explicar ao povo. Mas não deve dar o sentido de “Olha, ou vocês vêm pra rua, ou…”. Não. Eu espero que as instituições sejam realmente consolidadas — disse o ex-presidente, em entrevista à GloboNews.
Para FH, o Poder Executivo sempre foi forte no Brasil, mas ele contrapesos. O ex-presidente disse ser preciso ter “paciência histórica” com Bolsonaro:
— Ele é presidente da República. Tem que ter paciência histórica.
Fernando Henrique afirmou que não há motivos para impeachment.
— Eu participei de impeachments. Eu sempre fui relutante. No tempo do Collor (ex-presidente Fernando Collor, que sofreu impeachment em 1992), eu fui relutante, Ulysses Guimarães também foi relutante. Porque temos medo das consequências institucionais. Existe impeachment quando tem o povo contra, quando o governo para de governador e quando quem está no governo incorre contra a constituição. Não acho que seja o caso — considerou.
Ao comentar a relação com a oposição, FH disse ser necessário gestos para diminuir o sentimento de agressividade:
— O ódio é erro sempre. Na vida política democrática, você deve discordar, ter o direito de discordar. Sobretudo quem tem o poder, não pode querer esmagar a opinião do outrov

domingo, 22 de dezembro de 2019

ASSESSOR TEM PLANO PARA ASSASSINAR BOLSONARO.

O presidente não citou nomes na entrevista, mas deu 'dicas' de quem pode ser (Foto: EVARISTO SA/AFP/Getty Images)
  • Declaração foi feita pelo presidente durante entrevista
  • Para Alexandre Frota, Bolsonaro se refere a Gustavo Bebianno
Em entrevista à revista Veja publicada nesta sexta-feira (20), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou acreditar que um de seus ex-assessores faz parte de um plano para assassiná-lo. 
O presidente, que diz dormir com uma pistola carregada ao alcance das mãos e “outras arminhas que ficam guardadas por aí”, também diz não acreditar que o atentado a faca que sofreu durante a campanha eleitoral tenha sido simples obra do desequilíbrio mental do autor do crime. Na entrevista, ele é categórico ao anunciar: “Houve uma conspiração”.
No dia 6 de setembro de 2018, o capitão reformado estava em um evento de sua campanha eleitoral em Juiz de Fora, Minas Gerais, quando foi atingido por um golpe de faca no abdômen. Ele foi levado à Santa Casa da cidade e precisou passar por um cirurgia. O incidente alterou os rumos da campanha de Bolsonaro à presidência: ele ficou impedido de fazer campanha nas ruas e deixou de comparecer a eventos e debates.
O autor da facada é Adélio Bispo, que foi preso em flagrante pela Polícia Federal e declarou ter cometido o crime “a mando de Deus”. Após quebrarem os sigilos financeiro, telefônico e telemático dele, os responsáveis pela investigação do caso não encontraram nenhum indício de que Adélio agiu a mando de outra pessoa ou grupo. Em junho deste ano, ele foi declarado inimputável por transtorno mental após a realização de testes psiquiátricos.

DIAS TOFFOLI JULGARÁ PROCESSO DE FLÁVIO BOLSONARO.

Eraldo Peres/AP


  • Acabou o ano no Judiciário sem que Gilmar Mendes tenha recebido do TJ-R e do MP-RJ informações que solicitou para embasar sua decisão sobre a suspensão do caso Queiroz.
  • Pedido de suspensão havia sido feito pelo senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ); caberá a Dias Tóffoli, plantonista, decidir.
Acabou nessa sexta (20) o funcionamento normal do Judiciário em 2019 sem que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes tenha recebido do Tribunal de Justiça e do Ministério Público do Rio as informações que solicitou na quinta (19) para embasar sua decisão sobre a suspensão do caso Queiroz, conforme pedido pelo senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ).
Dessa forma, a decisão caberá ao chefe do plantão, o presidente da Casa, ministro Dias Toffoli. As informações foram publicadas pelo blog do jornalista Guilherme amado, da Revista Época.
Segundo o blog, o habeas corpus é uma insurgência à decisão do ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça, que em junho rejeitou a suspensão das apurações.
Fischer não viu nenhum constrangimento ilegal no caso, conforme Flavio Bolsonaro alegava, em junho.

BRIGADISTAS SÃO INDICIADOS POR QUEIMADAS NA AMAZÔNIA.

A Polícia Civil do Pará indiciou quatro membros da Brigada de Incêndios Florestal de Alter do Chão no inquérito que apura dano ambiental praticado em uma área de proteção ambiental (APA) próxima a Santarém, em meados de setembro. A corporação confirmou ainda o indiciamento de uma quinta pessoa, cujo nome não foi divulgado.
O documento foi protocolado na tarde desta quinta-feira (19) no Fórum Criminal de Santarém pelo delegado que preside o inquérito.
"Todas as provas testemunhais, técnicas e perícias indispensáveis para caracterização do indícios de autoria e materialidade foram devidamente anexadas ao inquérito policial. Portanto, a Polícia Civil encerrou os trabalhos relacionados à investigação em questão, cabendo agora ao Poder Judiciário e ao Ministério Público avaliar e deliberar sobre as providências legais a serem adotadas", informou a corporação.

Defesa

Em nota, o grupo de advogados que defende os brigadistas voluntariamente classifica a investigação como tendenciosa e o indiciamento de Daniel Gutierrez Govino, João Victor Pereira Romano, Marcelo Aron Cwerner e Gustavo de Almeida Fernandes como uma “enorme injustiça”.
“O indiciamento é fruto de ilegalidades e, infelizmente, indica direcionamento da investigação. Encerraram-se as investigações de maneira atropelada, sem a realização de perícia técnica, atualmente em curso na Policia Federal, para apurar em que circunstâncias efetivamente ocorreu o incêndio”, afirmam os defensores do grupo.
“O indiciamento foi baseado em ilações extraídas de depoimentos meramente especulativos, sem nenhuma prova, atacando aqueles que dedicaram as suas vidas a combater incêndios voluntariamente na região amazônica”, acrescentam os advogados ao afirmarem aguardar “uma manifestação serena e responsável” do Ministério Público estadual.
Fotos aéreas , incêndio Alter do Chão

SE EU NÃO TIVER A CABEÇA NO LUGAR FICO LOUCO.

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Em entrevista de mais de duas horas na manhã deste sábado (21), o presidente Jair Bolsonaro afirmou haver abuso por parte do Ministério Público do Rio de Janeiro nas investigações sobre a suspeita de um esquema de "rachadinha" tendo como base o gabinete do seu filho Flávio no Rio de Janeiro quando ele era deputado estadual. 
"Se eu não tiver a cabeça no lugar, eu alopro. Que levem o caso dele de acordo com a alegação que está ali", disse Bolsonaro sobre a apuração que tem como pivô o ex-assessor de Flávio Fabrício Queiroz. Para o Ministério Público do Rio, o hoje senador lavou até R$ 2,3 milhões com transações imobiliárias e uma loja de chocolates.

POLICIAL PAGOU BOLETO DE FLÁVIO BOLSONARO.

O PM Diego Sodré de Castro Ambrósio
RIO — O policial militar Diego Sodré de Castro Ambrósio — que pagou uma prestação de mais de R$ 16 mil do apartamento do senador Flávio Bolsonaro — disse ao site G1 que fez o pagamento em outubro de 2016 por ser amigo do parlamentar, mas que não se lembra como foi ressarcido.
"Eu sei que eu paguei a conta, isso eu sei. Agora como eu fui ressarcido, eu não lembro. Que ele me pagou, ele me pagou. Por ironia do destino, eu pedi os extratos a partir do ano de 2015. Nas primeiras folheadas, eu achei o ano de 2016. Eu fui logo no mês de outubro e achei o pagamento da cobrança. Aí eu vi que eu ressarci minha conta com transferência da minha empresa, ou seja, ele não transferiu para minha conta, entendeu? Então eu subentendi que ele me pagou em dinheiro", contou em entrevista ao G1.
Ao descrever as maneiras como Flávio Bolsonaro teria lavado o dnheiro supostamente arrecadado com a prática de “rachadinha” em seu antigo gabinete na Alerj, o Ministério Público do Rio (MP-RJ) cita a ajuda do sargento da Polícia Militar do Rio Diego Sodré de Castro Ambrósio. Ele pagou, em 2016, um boleto no valor de R$ 16,5 mil em nome da mulher de Flávio, referente a uma parcela da compra de um imóvel do casal. À época em que pagou essa parcela, Ambrósio recebia como cabo da PM remuneração líquida de R$ 4,7 mil, menos de um terço do valor do boleto.
O PM, , que diz que é amigo de Flávio há 10 anos, afirma que irá ao MP para prestar esclarecimentos, se for notificado.
“O pessoal está fazendo um carnaval, parece que eu pagava contas mensais do cara. Eu paguei uma conta, pô. O cara tá implicado numa investigação, e qualquer fato que se relacione a ele tem que ser investigado, e entendo perfeitamente isso. Mas eu tenho todas as respostas para dar", afirma Diego

EXERCITO CERCA PRESÍDIO FEDERAL POR CAUSA DE MARCOLA.

Paulo Liebert/AP

  • Penitenciária Federal de Brasília foi cercada pelo Exército depois de setores da inteligência do governo ter sido informados de um suposto plano para resgatar Marcola.
  • Plano para resgatar líder do PCC teria sido elaborado por Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho ou Magrelo, apontado como uma das principais lideranças da facção.
A Penitenciária Federal de Brasília foi cercada nessa quinta (19) pelo Exército depois de setores da inteligência do governo ter sido informados de um suposto plano para resgatar do líder da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola.
A informação foi publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, segundo o qual fontes ligadas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e ao governo do Distrito Federal confirmaram que a operação começou na última quinta para conter o risco de fuga

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

INVESTIGAÇÃO DE QUEIROZ RESPINGA EM BOLSONARO.

O presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, após anúncio de desfiliação do PSL. 
Ex-mulher de Adriano Nóbrega, suspeito de pertencer ao Escritório do Crime e foragido desde o ano passado, a ex-assessora parlamentar Danielle Mendonça tinha acabado de ser exonerada, em janeiro, do gabinete do então deputado estadual do Rio, Flávio Bolsonaro, quando recebeu uma mensagem de Fabrício Queiroz.
“Tá havendo problemas. Cuidado com o que vai falar no celular”, orientou o ex-PM e ex-braço-direito da família Bolsonaro.
Eles conversaram pela última vez em 16 de janeiro, segundo reportagem do jornal O Globo com base nas investigações do Ministério Público do Rio que embasaram uma ação de busca e apreensão na quarta-feira, dia 18, em endereços ligados a ex-assessores e familiares do hoje senador.
Na ocasião, Queiroz queria saber se ela havia sido intimada e a orientava a faltar do depoimento.
A uma amiga, a ex-companheira do suposto miliciano demonstrava, também em mensagens interceptadas na operação, preocupação com “a origem desse dinheiro”. O diálogo deixava claro que era o marido quem havia conseguido a nomeação para ela.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

CÓDIGO DE TRANSITO PODE SOFRER MUDANÇAS.

O presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ)
BRASÍLIA - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta terça-feira que é possível chegar a um acordo com o governo sobre as mudanças propostas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).- Acho que o presidente tem duas demandas que é possível chegar a um acordo, que é a questão da pontuação e a questão da idade na carteira para renovação, acho que são dois pontos que eu acredito que seja possível chegar a um acordo - afirmou.A proposta inicial do presidente previa o aumento de 20 para 40 pontos no limite para que ocorra a suspensão do direito de dirigir. O relator, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), substituiu a proposta inicial por uma escala com três limites de pontuação: com 20 pontos, se houver duas ou mais infrações gravíssimas; 30, com apenas uma infração gravíssima; ou 40, sem nenhuma infração gravíssima. A justificativa foi manter o objetivo do texto original de tornar o sistema mais operacional, sem descuidar da segurança

CÂMARA APROVA PENSÃO PARA CRIANÇAS COM ZIKA.

***ARQUIVO***BRASILIA, DF, 13.08.2019: Plenário da Câmara dos Deputados durante votação da MP da Liberdade Econômica. O presidente da câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) preside a sessão. 
 - A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (17) medida provisória que concede pensão vitalícia às crianças afetadas pela epidemia de zika no Brasil. 
O texto tem que ser votado pelo Senado. A medida afeta crianças nascidas entre janeiro de 2015 e dezembro de 2018 que sejam beneficiárias do BPC (Benefício de Prestação Continuada).
O Congresso ampliou o escopo da medida assinada em setembro pelo presidente Jair Bolsonaro, que dava o benefício às crianças nascidas com microcefalia. 
O texto aprovado pela Câmara muda o termo para abarcar todas as doenças congênitas causadas pelo vírus. 
A medida provisória foi editada porque, ao contrário do BPC, a pensão não é extinta caso a família ultrapasse a faixa de renda máxima. O valor será de um salário mínimo. 
O vírus da zika é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, vetor também da dengue, da febre amarela e da chikungunya. Pode provocar microcefalia em bebês quando contraída pela mãe ainda grávida, além de outros problemas neurológicos em crianças e adultos. 
Os primeiros casos de zika no Brasil foram detectados no início de 2015. Por ter sintomas parecidos com os da dengue, ela chegou a ser chamada de doença misteriosa. O epicentro da epidemia foi o estado de Pernambuco.

GOVERNADOR DO RIO CHAMA BOLSONARO DE DESPREPARADO.

**ARQUIVO** BRASÍLIA, DF, 08.11.2018: Governador Wilson Witzel (PSC) durante coletiva em Brasília. ()
 - Dizendo-se decepcionado com o governo federal, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), comparou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com os líderes autoritários Hugo Chávez, da Venezuela, Alberto Fujimori, do Peru, e Recep Tayyip Erdogan, da Turquia.
Ao apresentar nesta terça-feira (17) um balanço de seu mandato, Witzel - que almeja uma candidatura ao Palácio do Planalto - disse também que o presidente é despreparado.
"Evidente que ele [Bolsonaro] não se preparou. Você não consegue falar com ele sobre economia, sobre reforma da Previdência. A pauta é muito mais ideológica do que concreta e determinadas decisões não podem ser delegadas. Precisam ser direcionadas. Esperava mais", afirmou Witzel.
Em um café da manhã com jornalistas, o governador fez questão de afirmar que respeita o papel da imprensa e a diversidade de opiniões. Queixando-se do vocabulário de Bolsonaro, disse que "o presidente tem um comportamento difícil. E não é de agora".
Witzel lembrou não ter conseguido cumprimentar Bolsonaro durante a solenidade de posse do presidente da República.
Alvo de ataques de Bolsonaro e bolsonaristas desde que deu sinais de que pretende ser seu adversário na disputa presidencial de 2022, Witzel disse que o vocabulário usado pelo presidente "é típico de gente com [Alberto] Fujimori, [Recep Tayyip] Erdogan, e aquele maluco lá da Venezuela, o Hugo Chávez

DEPUTADOS DO PSL VÃO AO TSE PARA NÃO PERDEREM OS MANDATOS.


A ala bolsonarista da bancada do PSL entrou nesta terça-feira (17) com pedido de desfiliação sem perda de mandato no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Os 26 deputados alegam que há justa causa para a saída da sigla, onde afirmam ser perseguidos pela ala ligada ao presidente da legenda, Luciano Bivar (PE).
Entre eles estão os 14 que foram suspensos pelo diretório nacional do PSL e que ainda se encontram em suas funções partidárias por causa de decisão da Justiça do Distrito Federal da semana passada.
"O episódio mais recente da perseguição contra os deputados foi a curiosa notificação de vários deputados no intervalo de dois dias. Representações que, ao invés de demonstrar a atuação individual e independente de filiados, foram produzidas com os mesmos termos, acompanhadas de notificações idênticas", afirmam na ação.
"Uma ação clara de arranjo para tentar desviar o foco, constranger e intimidar os requerentes, além de camuflar a verdade por traz de tais pedidos de representações ao Conselho de Ética, qual seja, perseguir politicamente os requerentes que, junto com o presidente Jair Bolsonaro, somente solicitaram informações e apresentação de documentos acerca da prestação de contas partidárias, bem como expuseram aos eleitores as mazelas nas contas do partido.

JUIZ DO T RF-4 QUESTIONA INVESTIGAÇÃO SOBRE LULINHA.

Lula ao lado dos filhos em São Paulo - Foto: NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images
O juiz federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, negou nesta terça (17) pedido da defesa de Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, para retirar a investigação da 69ª fase da Lava Jato de Curitiba e anular decisão judicial que a decretou.
No entanto, disse que não vê com clareza a conexão que mantém o processo com a força-tarefa do Paraná e afirmou que é melhor que a avaliação seja feita em julgamento do colegiado. A turma do tribunal que julga casos da Lava Jato, da qual Gebran é relator, tem três juízes.