quarta-feira, 10 de julho de 2013

REFORMA POLÍTICA DE DILMA JÁ NASCEU MORTA.

Sanitário da Av Centenário ainda está com a marca de João e sem o vaso. Santo pai!

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   1. O pau que nasce torto; morre torto. Não jeito de colocá-lo firme, ereto. Assim está o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) no afã de dar uma resposta ao grito das ruas e a perda de sua popularidade junto ao eleitorado, propondo uma reforma política e 5 pontos de um pacto a médio e longo prazos, com investimentos na saúde, educação a e transportes. 

   2. A questão é que, na pressa para reagir ao tsunami das ruas, o governo mete as mãos pelos pés, e vai fazendo o que pode ou lhe dá na telha. A Reforma Politica com previsão para valer em 2014 está morta. Os líderes dos partidos, a exceção do PT, a sepultaram. Em resposta, petistas imaginam viabilizar um Projeto de Decreto Legislativo, mas, precisam de 171 assinaturas na inicial.

   3. Vê-se, hoje, como a base da presidente Dilma na Câmara dos Deputados é (ou era) imensa e ao mesmo tempo tão frágil. Na hora do aperto, executivo algum que tenha tratado o legislativo sem a devida atenção tem a contra-partida que deseja. É o que está acontecendo com Dilma. Só lhe restou o PT, ainda assim, com algumas ressalvas.

   4. Se o governo tentar espremer o Congresso ou jogá-lo contra a opinião pública vai ser pior. Então, o mais sensato é trabalhar com o possível e aceitar uma reforma para 2016. Aí tem sentido. Ademais, a presidente precisa se cercar de assessores mais competentes no plano jurídico para não dar tantas derrapadas. 

   5. Veja que no caso da contratação dos médicos todas as instituições médicas nacionais se posicionaram contrárias as medidas anunciadas pelo governo, com o crescente estágio de mais dois anos no SUS para estudantes em formação. O governo, ao que tudo indica, está tomando decisões sem se cerca de cuidados mínimos.

   6. Para o dia 11, anuncia-se uma movimentação das centrais sindicais nas ruas. Nada  mais justo se não tivesse cheirando a algo combinado com segmentos do governo. Isso não cola mais no Brasil dos dias atuais

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