Declaração do Presidente da
Câmara dos Deputados, enterrou de vez a pretensão do Palácio do Planalto em
realizar um plebiscito para intentar um reforma política para valer nas
eleições de 2014.
Henrique Alves e demais
lideranças do congresso nacional disseram não haver tempo hábil para a
realização do plebiscito e da reforma política pretendida por Dilma.
Na verdade a Presidenta da
República numa jogada frustada, quis jogar nas mãos do Parlamento Nacional a
responsabilidade da solução para as reivindicações do povo., expressas nas
manifestações de ruas e protestos.
Será que os políticos
desejam a reforma política?
Se desejassem poderiam
votar projeto de lei que se encontra no Congresso a mais de quinze anos, e impediriam
a reeleição dos chefes do poder executivo e implantaria o sistema do voto
distrital, dando mais oportunidade ao povo de fiscalizar os seus
representantes, pois votariam nos candidatos mais próximos, e conhecedores dos
problemas regionais.
Ao invés de medidas que
aumentem a participação do povo no poder central, os políticos do poder, querem
financiamento público de campanha, fim das coligações partidárias e voto em
lista fechada escolhida pelos partidos políticos, impondo uma ditadura política
através do voto, enganando o povo com cinco perguntas num plebiscito que só
serveria para desviar a atenção dos manifestantes em protesto.
Financiamento público de
campanha, lista fechada para o voto em parlamentar, fim das coligações
partidárias e outras medidas propostas pelo governo para a reforma política, só
vão beneficiar os partidos que estão no poder e que paga a conta é o povo, que
vai continuar a financiar seus representantes, que se servem do poder para
aumentarem suas fortunas.
A reforma política ideal só
virá através de projeto de lei da iniciativa popular, onde estarão todos os
requisitos necessários para atender os anseios da população.
Se deixarmos a reforma
política nas mãos dos profissionais, amargaremos mais vinte anos de desmando e
descaso com as reais necessidades do povo brasileiro..

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