Presidente Dilma faz pose com Wagner e prefeitos no CCB de Salvador
1. Os protestos dos brasileiros nas ruas já produziram alguns efeitos, no Congresso nacional, em administrações públicas municipais e estaduais, em algumas Câmaras de Vereadores e outros segmentos da sociedade, levando, também, a presidente Dilma Rousseff diante da sua queda de popularidade modificar o seu comportamento junto aos seus correligionários.
2. Quem viu a presidente em Salvador, ontem, descontraida, dando beijinhos em prefeitos, vereadoras, vereadores e representantes de comunidades só não se assustou porque como a chefe da Nação está em baixa, seu marketing político deve ter a orientando no sentido de se apresentar mais descontraida, poses para fotos, tapinhas nas costas e assim por diante.
3. Ou seja, se comportar como um político no modelo tradicional brasileiro, de ser simpático mesmo sem ser, de "engolir sapos" como diria Brizola, e de contar "causos" e dar vistosas risadas como os politicos da escola mineira, desde a época de Juscelino pé de valsa a Tancredo Neves fraseador.
4. Foi o que fez Dilma no CCB tendo como mestre de cerimônia o governador Wagner, o qual arregimentou prefeitos, levantou braços de politicos, pediu aplaudos e elevou a auto-estimad da presidenta que estava em baixa. Dilma, nos bastidores, deve ter feito um belíssimo agradecimento ao governador da Bahia e, agora, desde o episódio de ontem, o primeiro público depois dos protestos, seu prestígio junto a presidenta chegou às alturas.
5. Esse, aliás, é o papel de um aliado quando vê que seu "companheiro" (a) está em desgaste e não ficar jogando mais cascas de bananas ou se omitindo. O episódio, certamente, também serve de lição a presidenta, pois, das últimas duas vezes que esteve em Salvador (praia de Inema), mesmo a descanso, por acá ela chegou sem dar bom dia e saiu sem dar boa noite.v
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